Nutrição, saúde, exercício físico, reeducação alimentar.

Será que o integral é mesmo integral?



Já é do conhecimento geral que o consumo de alimentos integrais é mais benéfico que o consumo dos alimentos refinados. Os alimentos integrais possuem uma boa quantidade de fibra que possui papel importante desde a regulação do intestino (muito interessante para quem tem problemas de constipação – a famosa prisão de ventre) até na melhoria de doenças como o diabetes e redução da absorção do colesterol.

Mas o problema é quando o produto se diz integral e na verdade tem apenas uma pequena parcela de farinhas integrais (muito frequente em pães e biscoitos). Geralmente a indústria utiliza entre 30 e 50% da farinha integral sendo o restante constituído da farinha branca, como é mais conhecida: farinha enriquecida com ferro e ácido fólico.

Como não ser enganado?

A melhor estratégia é a leitura do rótulo. Obrigatoriamente é necessário que a lista de ingredientes comece do que está em maior quantidade para o que está em menor, ou seja, se o primeiro ingrediente for “farinha enriquecida com ferro e ácido fólico” tenha certeza que o produto não é de fato integral. Outra forma de perceber é pela cor do produto e a consistência, os alimentos integrais tendem a ser mais escuros e possuir farelos no meio do produto. Abaixo mostrarei um modelo de rótulo para facilitar essa busca.

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